23 de Out de 2009 - 20h36min

País terá 90 milhões com banda larga em 2014, prevê governo

A proposta de Plano Nacional de Banda Larga, que vem sendo elaborada pelo Ministério das Comunicações em conjunto com as empresas de telefonia, prevê que o Brasil terá 90 milhões de assinantes de banda larga em 2014. Desses, 30 milhões receberiam os serviços pelas redes fixas e os outros 60 milhões fariam conexão pela banda larga móvel, oferecida pelas empresas de telefonia celular.

A meta do Ministério das Comunicações já foi apresentada às empresas, que estão trabalhando para levantar o custo do programa e as sugestões de financiamento. Uma reunião com técnicos do ministério e executivos das operadoras Oi, Telefônica, Embratel, Vivo, TIM e Claro está prevista para a próxima quarta-feira (28), em Brasília.

A proposta inclui também o atendimento gratuito em banda larga a pontos públicos, como escolas, hospitais, postos de saúde e delegacias de polícia. Um plano nacional de banda larga não pode se limitar a órgãos do governo, tem que conectar a população, tem que resolver o problema de todo mundo, afirmou um técnico que participa das discussões.

Valores
Para alcançar a meta, o ministério trabalha com um teto de R$ 30 para os serviços. Este valor máximo foi definido com base em estudos sobre o que as classes C e D - maior alvo do programa - estariam dispostas a pagar para ter banda larga. A velocidade de conexão dependeria da aplicação que se quisesse dar para os serviços, mas a meta é chegar a 2014 com um mínimo de 2 megabits por segundo.

A estimativa é de que, sem um plano de incentivo, as vendas de acesso à internet em alta velocidade se estagnariam nos próximos anos com o atendimento da demanda das classes A e B, que hoje compram o serviço a preços mais elevados. Considerando um cenário pessimista, se nada for feito, em 2014, a banda larga fixa estaria limitada a 18 milhões de assinantes e a conexão móvel não chegaria perto dos 60 milhões.

Hoje, 13,5 milhões de assinantes se conectam pelas redes fixas e 6,5 milhões pelas redes móveis. “Seria preciso crescer mais de 10 milhões por ano nos acessos móveis”, lembra o técnico.

Ainda não estão definidas as fontes de financiamento, mas a avaliação dos técnicos é de que dificilmente haverá outras opções além de redução de carga tributária para serviços e equipamentos e a utilização de recursos de fundos setoriais, como o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), que recolhe cerca de R$ 1 bilhão ao ano.

Fonte: g1.com.br




+ Notícias...
» Site da Faculdade Paraíso está de cara nova!
» Programa gratuito ajuda a economizar papel na impressão
» YouTube anuncia vídeos em full HD
» I Semana de Sistemas de Informação
» Garçom perde emprego após twittar sobre atriz que não pagou a conta
» Leitor digital Kindle chegará oficialmente ao Brasil por R$ 1 mil
» Apple inaugura loja on-line no Brasil
» Televisão com tecnologia 3D deve chegar às lojas em 2010
» Gorilas da África ganham perfis no Twitter e Facebook
» Brasileiros passam um terço do tempo on-line em sites do Google, diz estudo
» Diretor da Microsoft dá 'chilique' ao ver funcionário com iPhone, dizem blogs
» Pacote Office para uso doméstico por R$26,00
» Dia da Responsabilidade Social
» Sistema operacional Unix completa 40 anos
» Microsoft, Yahoo e Amazon se unem contra o Google Books
» Internet pela rede elétrica vira realidade
» Revista Espírito Livre sorteia 10 inscrições para Latinoware 2009
» Mensagens no Twitter movimentam robô de papelão
» Google tem os usuários mais 'fiéis' entre os buscadores, diz pesquisa
» 'Fakes' do Twitter podem disseminar vírus e spam

Copyright © 2010 - SI Fap - www.sifap.com.br - Desenvolvido e mantido por biludesigner